Hoje começamos o caminho de volta... cheia de gratidão, aprendizados, desafios, contatos humanos incríveis!!! Tudo valeu a pena.
Ainda estamos em Puno e um lonnnngo caminho de volta..aproximadamente 4000 km
Bem... desde Cusco (Macchu Picchu) até aqui, mtas histórias rolaram
😉. Um trecho de 390 km que levaria 5 horas para ser percorrido, foi feito em 10 horas
😱. Paradas turísticas, gastronômicas e imprevistos.
Paramos no Sitio Arqueológico de Raqchi, uma cidade inca com um lindo templo, moradias e locais para armazenagem de alimentos. Os povos pré incas e incas tinham uma preocupação real com produção e estocagem de alimento e água. Facilmente comprovada pelos infinitos terraços agrícolas construídos nas encostas das tb infinitas montanhas... batata e milho eram os principais cultivos.. dezenas e dezenas de variedades.
Outra parada para, finalmente, experimentarmos o "CUY al horno" o porquinho da Índia, uma "delicatessen" muito apreciada pelos peruanos. Morri de dó de ver aquela criaturinha tão torradinha e frágil olhando para nós. Eles são recheados/temperados com um farto feixe de "erva boa" que dá o sabor de um tempero natural, fresco e exótico. Carne macia e suculenta...apesar de pouca. Lugar mto simples à beira da estrada com os "hermanos" peruanos curtindo nossa presença e querendo ouvir nossas histórias.
60 kms à frente nova parada.... desta vez para experimentar o famoso KANKACHO. Desde o início da viagem já havíamos ouvido várias recomendações para comer esse cordeiro assado que é vendido em barraquinhas na beira da estrada em enormes panelas que ficam embrulhadas para manter o cordeiro quentinho. A gente compra porções cortadas para serem comidas de forma selvagem
😉
😉: segurando com as mãos
😀. Ah... todo e qualquer prato vem acompanhado com "papas" (batatas).
A falta de sinalização nas estradas nos faz perder tempo
😕.... e já quase na chegada a Puno um FORTE temporal de granizo parou tudo e nos fez temer pela nossa segurança.... no meio do caos, motoristas ainda insistiam em ultrapassar a longa fila de carros parados, colocando a todos em risco
😕
😕.
Qdo finalmente chegamos a Puno, a cidade tb estava caótica. O gelo derretido formava fortes correntes de água e a chuva continuava. Encontrar nosso hotel foi um milagre !!!! A custa de andar na chuva e meter os pés na água congelante
😀. Mas chegamos bem e abençoados.
☺
Ainda estamos em Puno e um lonnnngo caminho de volta..aproximadamente 4000 km
Bem... desde Cusco (Macchu Picchu) até aqui, mtas histórias rolaram
Paramos no Sitio Arqueológico de Raqchi, uma cidade inca com um lindo templo, moradias e locais para armazenagem de alimentos. Os povos pré incas e incas tinham uma preocupação real com produção e estocagem de alimento e água. Facilmente comprovada pelos infinitos terraços agrícolas construídos nas encostas das tb infinitas montanhas... batata e milho eram os principais cultivos.. dezenas e dezenas de variedades.
Outra parada para, finalmente, experimentarmos o "CUY al horno" o porquinho da Índia, uma "delicatessen" muito apreciada pelos peruanos. Morri de dó de ver aquela criaturinha tão torradinha e frágil olhando para nós. Eles são recheados/temperados com um farto feixe de "erva boa" que dá o sabor de um tempero natural, fresco e exótico. Carne macia e suculenta...apesar de pouca. Lugar mto simples à beira da estrada com os "hermanos" peruanos curtindo nossa presença e querendo ouvir nossas histórias.
60 kms à frente nova parada.... desta vez para experimentar o famoso KANKACHO. Desde o início da viagem já havíamos ouvido várias recomendações para comer esse cordeiro assado que é vendido em barraquinhas na beira da estrada em enormes panelas que ficam embrulhadas para manter o cordeiro quentinho. A gente compra porções cortadas para serem comidas de forma selvagem
A falta de sinalização nas estradas nos faz perder tempo
Qdo finalmente chegamos a Puno, a cidade tb estava caótica. O gelo derretido formava fortes correntes de água e a chuva continuava. Encontrar nosso hotel foi um milagre !!!! A custa de andar na chuva e meter os pés na água congelante




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